E a coisa nunca tem fim.
Ano passa, ano chega. Eles também.
É.
E a gente cisma de pensar que é inconsolável, incurável, permanente.
Mas consola-se sozinho, cura-se logo e passa. sempre passa.
Mas dessa vez num foi de todo igual, o ar da conformidade consolava a todos eles.
Tinha que ser assim. que remédio?
O desespero passou.
A era do desespero já passou.
Amém.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
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