sexta-feira, 19 de junho de 2009


Sonho com os dias do amanhã, quando tudo vai fazer sentido, e ficará provado que nada foi em vão...

Com aqueles dias que a vida, por mais simples e comum que seja, valerá a pena por cada vez que eu abrir a porta depois de um longo dia e o rosto a me esperar for o dele.
E mesmo que a gente assista TV e peça comida de rua todos os dias, vai estar tudo bem.
Porque ainda vai ser ele comigo.

Nunca me permiti sonhar tanto.
mas ultimamente tem sido necessário.
como a lenha alimenta uma fogueira, sem esses sonhos não teria como seguir adiante...


Pois é por esses dias do amanhã, que eu me levanto em todos os outros.


beijos enooormes...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

mean what you say, and say what you mean!

Pq afinal as pessoas desenvolveram esse hábito de achar que o outro entende oq vc quer dizer se vc não diz afinal?


É o que eu não só me pergunto como também pergunto à minha volta todos os dias.


Como se pode exigir compreensão se vc não se faz compreendível?


Eu peço à (quase) todos com quem convivo que sejam claros e objetivos, afinal será que sou só eu que acha assim tão cansativo essa de bancar o Sr. Holmes atrás de pistas infinitas nesse jogo eterno que poderia ser facilmente evitado se a pessoa em questão se pronunciasse de forma objetiva?

sabe, é simples:
é só chegar, dizer e pronto!
e tudo fica tão mais leve!


Tem gente que me considera complicada, mas na verdade eu acho que é por eu ser clara demais.
Eu penso e falo.
(okay, nem sempre é nessa ordem! rs)
mas pelo menos eu não espero que advinhem o que eu quero, até porquê eu não posso exigir dos outros o que nem eu consigo de fato.


Longe de mim querer afirmar que esse é o jeito certo de se viver.
mas pelo menos é o jeito que me atrai mais.
Quem consegue levar a vida desse jeito leve, definitivamente, me atrai.
mas infelizmente, são poucos.


Tem uns que juram falar tudo o que pensam, mas será que eles pensam assim tão pouco?
E então por que se emburram e fazem beicinho por qualquer coisinha sem ao menos deixar claro qual o motivo da vez?
É no mínimo contraditório.

prontofalei.

beijos enoooormes

quinta-feira, 4 de junho de 2009

E de repente, uma luz.

Ela resolveu se dar uma chance.
Decidiu q não era uma pessoa má.
Era simplesmente alguém q cometeu erros, sofreu as consequências,
mas principalmente aprendeu com eles.

Então, depois q ela se perdoou,
parecia q Deus tbm havia feito o msm.
E as coisas foram ficando mais leves e claras.
As lágrimas cansaram, e o olhar se voltou para o horizonte.
Mais uma vez.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Sabe akelas kestões do passado que teimam em voltar às nossas vidas a cada vacilo cometido?
pois é.

Essas kestões sempre me incomodam muiito.
Afinal, se uma coisa já stah mais doq provada que naum eh pra ser,
pra quê manter a porta aberta?

tem uma kestão do meu passado, em especial, que me incomodava mais.
de alguma forma eu sempre soube que era tudo perda de tempo, mais ainda assim, tds as vezes me deixava levar por essa "oportunidade improvável".

sempre achei injusto q essa tal pessoa responsável por essa porta aberta, a mantesse assim, garantindo q a qlqr hra q desse vontade (ou falta de vontade de outro alguem pra preencher esse tempo vago) pudesse entrar, como se o tempo não tivesse passado,e a "dona da porta" e seus sentimentos nem importassem realmente.

Isso me parece tão cruel.
brincar com os sentimentos de alguém soh pra não correr o risco de ficar nem por um segundo só; é no mínimo, cruel.

Me perguntava se isso teria fim.
Se algum dia esse alguém colocaria um fim nesse chove/não molha.
Sim, pq eu precisava de um fim!
precisava q essa pessoa gastasse alguns de seus "disputados" (?) minutos cmg, apenas para me explicar, oq ela keria de verdade com tudo isso.


Bom, essa explicação eu nunca tive.
e não acho q terei.

mas finalmente, tive um fim.
não um fim declarado, com todas as letras, mas akele q faz com que o seu amor-próprio feche a porta, passe a chave e a esconda numa gaveta futuramente empoeirada q guardará as palavras responsáveis pela tranca:

"depois de tanto tempo, vc ainda me faz rir..."


• acredite¹: no contexto essas palavras valeram (e doeram) mais do que qlqr coisa possivel de se ouvir.

• acredite²: pior ainda do que as já ditas "Oq eu keria, vc naum podia me dar"

•acredite³: essas palavras tbm qse me "nocautearam" ,mas não tanto qnt as anteriormente citadas...


vamos ver se agr eu tomo jeito ....




beijos enooormes

As coisas que perdemos pelo caminho.

Antes ela era aquele tipo de garota apontada pelos professores como o (bom) exemplo da sala.
Bem, isso foi antes.
O tempo foi passando, as amigas mudando, e ela foi percebendo que já nem era tão legal ser conhecida pela "garota que passa as colas".
Então ela foi se transformando de acordo com o que eles julgavam legal.
Ora e era tão legal de certa forma!
Era tudo tão...seguro!
o esquema era simples:
tudo o que ela tinha que fazer era atender um telefonema numa noite de sábado, se arrumar, esperar a hora marcada pra buzina tocar e pronto!
O resto...era só seguir a maré...

Mas aí, o tempo apressado, continuou a passar...
uma parte deles seguiu caminhos totalmente diferentes, outra parte, ignorou o chamado do tempo, criando pra sí uma espécie de bolha da terra do nunca.
aquela. onde o tempo nunca passa.
ou pelo menos não parece passar.
E ainda restava uma outra parte, que ficou perdida no meio dessas duas dimensões..meio que confusa sobre o que deveria ser agora, já que a sua essência estava se não perdida, escondida em algum lugar que ela não conseguia se lembrar.

Sim. Ela fazia parte desse grupo. Dos perdidos.

Nada mais era seguro.
Antes ela tinha aquela "certeza" que sempre teria alguem lá; mesmo que fosse do outro da linha, mas teria alguem pra ouvi-la pelo menos.
Essa certeza demorou a partir, ou melhor, ela teve que ser expulsa! e essa expulsão foi da pior maneira possível, ou ao menos, inesperada:
Foi num momento de quase total desespero, ela resoveu ligar praquele número antigo, que já sabia de cór, esperando um no mínimo "conta comigo" como tantas vezes ela disse para a mesma, mas no lugar disso, só ouviu risadas.

oO
Risadas? como assim?
Alguem poderia explicar qual parte do seu drama provocava graça?

Bom, ninguem nunca a explicou até hoje.
mas depois de tanto se questionar, ela decidiu que não queria realmente saber.
Decidiu que já que aquela amizade não existia mais, ao menos poderia guardar os bons momentos.
Afinal, a tal da Certeza já tinha sido expulsa mesmo! e levou consigo toda a sua família, inclusive uma prima distante, uma tal de Esperança...

Finalmente, todos esses fatos, toda essa frieza, fizeram com que ela percebesse que talvez não fizesse mais parte Dos Perdidos.
Fazia parte do grupo que seguiu adiante, mas ainda precisava se desligar completamente daquele lugar, daquelas pessoas que traziam aquelas lembranças...
lembranças daquelas coisas que perdeu pelo caminho.

bejos enoooormes.